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Crowdfunding: O que é e como funciona?

25
abr
Crowdfunding

A palavra é gringa, estranha, difícil até de falar, mas seu significado é pra lá de camarada. O crowdfunding (ou financiamento coletivo) é atualmente um modelo usado  para captação de donativos no custeamento de projetos. É a nossa velha conhecida “vaquinha” de nova cara.

Como funciona o Crowdfunding?

Funciona da seguinte maneira: o dono do projeto apresenta sua ideia ao público através do site, diz o quanto precisa obter e estipula um prazo limite para a arrecadação. Caso o público simpatize com a ideia e o valor seja atingido, o projeto é colocado em prática. Se a quantia não for o suficiente, tudo o que foi arrecadado é devolvido aos incentivadores.

Nova no Brasil, esta tendência vem crescendo bastante em todo o mundo. O maior site de financiamento coletivo, o americano Kickstarter, atingiu recentemente a marca de 1 bilhão de dólares em investimentos de visitantes, sendo que mais da metade foi atingida nos últimos 12 meses.

No crowdfunding, quase todas as etapas ocorrem no mundo virtual: divulgação do projeto, pagamentos, prestação de contas, resultados etc. Por conta desta facilidade e do atual senso de coletividade da sociedade hoje a proporção de quantias arrecadadas e número de participantes é significativamente maior do que na “vaquinha”. E a possibilidade de projetos é infinita: desde lançamentos de CDs, gravações de videoclipes, viabilização de filmes e livros até a realização de eventos, criação de aplicativos e fabricação de produtos. As pulseiras para iPod Tik Tok e Lunatik, por exemplo, surgiram de um projeto viabilizado através do Kickstarter, e o músico Tatá Aeroplano conseguiu recursos para produzir e fabricar seu CD aqui na Play-R através do Embolacha.

O Pulo do Gato

A sacada é que os projetos que conseguem atingir suas metas só chegaram lá porque pessoas acreditaram neles e incentivaram sua realização. São ideias transformadas em realidade com a colaboração da sociedade e não apenas mercadorias impostas por grandes marcas ou governos.

Um outro atrativo é a possibilidade do incentivador obter recompensas: participação em shows, CDs, créditos no CD ou filme, jantares, passeios, exemplares de livros, ingressos e todo o tipo de mimos e retribuições.

Hoje já existem dezenas de sites brasileiros de financiamento, mas plataformas como o Catarse, o primeiro do Brasil  (jan. 2010) e com projetos de categorias variadas, e o Embolacha, que é voltado para projetos musicais, são exemplos de sites com excelentes iniciativas que mostram que a força do coletivo pode proporcionar ricas experiências e viabilizar ideias criativas e benéficas para toda a sociedade.

 


Comentários
  • Marcos Luiz disse:

    Olá Cristiano. Vale pequenas correções: Crowdfunding não é uma “plataforma”, mas sim, um modelo de financiamento; e diferente do propagado o Catarse (jan. 2011) não foi a pioneira tão pouco a “primeira plataforma de financiamento colaborativo do Brasil”, mas sim a SensoIncomum – plataforma de financiamento colaborativo para projetos sociais – criada em 2010. Ainda assim, na categoria de “projetos criativos”, a primeira plataforma foi a Movere.me, também em 2010, e como podem notar tanto uma quanto a outra não estão mais em atividade. O Catarse, foi a primeira plataforma de financiamento colaborativo que deu certo (!) no Brasil. (rs). Abç.

    • Redação Play-R disse:

      Olá, Marcos Luiz.

      Obrigado pela sua contribuição. Fiz os pequenos ajustes e, agora, acho que deu mais sentido e a cronologia ficou correta. Como aqui o maior intuito é ajudar os nossos amigos músicos, parece-me que você tem bastante conhecimento. Fica o convite para a indicação das melhores plataformas para projetos criativos, principalmente no segmento musical.

      Grande abraço,
      Cristiano Vico.

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